Alexandre Astier revelou qual foi a “réplica definitiva” da série “Kaamelott”, aquela que preferiu acima de todas as outras.
Kaamelott é uma série conhecida sobretudo pelos seus diálogos bem sentidos e pelo seu “falar verdadeiro”, por vezes gíria e sobretudo contemporâneo. Cheio de réplicas de culto como “Não está errado”, “Aprendi a ler, bem, não desejo isso para ninguém”, “Temos muito” Ou “Eu não como sementes”qual é, em última análise, o favorito do seu criador e autor Alexandre Astier?
Encontra-se no Livro V
CALTO
Em entrevista disponível no canal Criativo agora desapareceu, mas retransmitido por Seriamentequem também assina a produção e a música da saga voltou à “réplica definitiva”, sua preferida de toda a série, que se encontra no Livro V.
É pronunciado no episódio final desta 5ª temporada por Arthur Pendragon (o próprio Astier) enquanto ele está no meio de uma depressão profunda. Cansado de uma busca interminável e infrutífera pelo Graal, cada vez mais sozinho, e obtendo a confirmação de que não tem descendentes, está no fundo do buraco, e delegou toda a autoridade ao cavaleiro Karadoc.
Durante uma reunião da Mesa Redonda onde constata o desinteresse de todos, é acusado por Karadoc de ter regressado de uma longa viagem pela Bretanha sem trazer uma única pista sobre o Graal. Ele então declara, sobre esta busca:
“Eu falhei, mas não quero que as pessoas digam que não fiz nada.”
Essa frase, a preferida de Alexandre Astier, encontra-se em um dos monólogos de Arthur. Aqui está:
“Construí uma fortaleza, mesmo assim. (…) Para o Graal, construí uma fortaleza, eu. Kaamelott, como se chama. Fui procurar cavaleiros por todo o reino. Na Caledônia, nas Carmelitas, em Gaunes, em Vannes, no País de Gales… Mandei construir uma grande mesa para os cavaleiros se sentarem juntos. Queria-a redonda, para que nenhum deles se sentasse junto. Encontrei sentado num canto ou na ponta da mesa.
“Foi complicado, então tentei explicar o que era o Graal para que todos entendessem. Foi difícil, então tentei rir para ninguém ficar entediado. Eu falhei, mas não quero que ninguém diga que estraguei tudo. Porque não é verdade.
Este grito do coração do rei, que parece transmitir uma espécie de testamento, poderia ter sido o último. Ao final do episódio, ele tentará se matar, antes de ser salvo no último minuto por Lancelot.
A série contém alguns desses monólogos, muitas vezes declamados pelo Rei Arthur. Kaamelott: Segunda parte – parte 1 lançada nos cinemas em outubro contém outra, também declamada por Arthur em torno da Távola Redonda. Enquanto aguarda o lançamento do filme em formato físico, ele ainda está em cartaz nos cinemas.
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