Pierre e Frédérique são obrigados a pôr fim à sua actividade agrícola. Os dois amantes revelados por O amor está no prado estão de facto cheios de dívidas. Eles também foram forçados a vender suas propriedades em Gers. Mas esta terça-feira, 21 de abril, o viticultor de Gers quis partilhar um dos seus orgulhos depois de anos a trabalhar a terra.

“Na tradição agrícola, uma das obsessões do agricultor é transmitir. Mas já há algum tempo também tem sido o impacto ambiental das suas ações na terra”, explicou diante das câmeras. Optou, portanto, por mostrar na rede social o que conseguiu realizar com Frédérique nesta área.

“A pegada ambiental pode ser a florestação de terrenos agrícolas”, afirmou, filmando uma das árvores que plantou com o seu sócio em 2012. “Esta terra já não é nossa, mas continuará a ser o nosso orgulho”, regozijou-se. Pierre então revelou que plantou 15.000 árvores em terras agrícolas em 15 anos. “Na ausência de património físico, deixaremos um património ambiental”, vangloriou-se.

Os tratores e o carro de Pierre (O amor está no prado) será apreendido

Mas a realidade rapidamente alcançou Pierre. Ele lembrou que seu carro também partiria em uma semana. “Esta é uma das nossas últimas idas aos campos, que já não são nossos”, lembrou. Ele também revelou o que havia deixado em sua posse. “Quatro hectares de vinha que não tenho direito nem meios de explorar este ano”, explicou.

Há poucos dias, Pierre compartilhou sua emoção ao ver seu último trator saindo de sua fazenda. Ele lembrou que passou “3.733 horas” ao volante do veículo e que presenciou muitos momentos felizes. “Os tratores são especiais porque são horas de prazer, de aborrecimentos, de avarias, de canções também, de rádio alto, de jogos ouvidos num sábado à noite em horas impossíveis”, lembrou.

Pierre e Frederique (O amor está no prado) perderam seu querido gato

Pierre e Frédérique, já em crise, também perderam o gato Rocky, um animal de estimação que significava muito para eles. “Eu vejo você em todos os lugares, fico de olho em você como se você fosse pular de novo no sofá para vir esfregar atrás da nossa cabeça, nariz no cabelo, a dor é tão intensa”, testemunhou o agricultor emocionado.

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