Gol do parisiense Ousmane Dembélé durante a partida entre Liverpool e PSG, em Anfield, em 14 de abril de 2026.

O Você nunca andará sozinho ressoa. Quase 60 mil torcedores brandem orgulhosamente seus lenços, cantando o hino do seu time favorito. O fervor com que é cantado, seguido de gritos ensurdecedores de encorajamento, dá arrepios. Bem-vindo a Anfield, ao lendário estádio do Liverpool, onde o futebol é mais que um desporto: quase uma religião.

Enquanto uma chuva fina, mas incessante, reforça o clima “tão britânico” do próximo confronto, o time do Paris Saint-Germain (PSG) parece muito sozinho em campo, no meio desta maré vermelha. Como um punhado de soldados perdidos em território hostil, antes do início desta segunda mão dos quartos-de-final da Liga dos Campeões. Uma amostra da pressão que os campeões europeus sofrerão durante toda a partida, desta terça-feira, 14 de abril.

Como o PSG venceu com facilidade (2-0), na primeira mão, seis dias antes, no Parc des Princes, o treinador dos Reds, Arne Slot, repetia que apostava no fervor dos seus adeptos para derrubar estes parisienses, tão seguros da sua força e do seu jogo. O técnico holandês estava certo. Como ele esperava, a atmosfera local tinha um “enorme impacto” forçando seus jogadores a se transcenderem e a maltratarem os visitantes.

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