A Agência Nacional de Frequências (ANFR) foi hackeada. Dados pessoais foram roubados e colocados à venda na dark web.

O massacre continua. É agora a Agência Nacional de Frequências (ANFR) o que indica ter sido vítima de um ataque cibernético, poucas horas depois da Agência de Serviços e Pagamentos (ASP) e da Parcoursup. No dia 13 de abril de 2026, o serviço informático da Agência Nacional de Frequências (ANFR) detetou uma avaria na gestão do seu teleserviço Radiomarítimo, utilizado nomeadamente para licenças de estações de rádio a bordo de navios. Investigações internas revelaram rapidamente acesso não autorizado aos dados de todas as contas de usuários. A ANFR encerrou o serviço sem demora.

O ataque estendeu-se de 4 a 10 de abril de 2026. Durante esse período, os dados pertencentes a cerca de 330.000 usuários poderia ter sido extraído sem o conhecimento das equipes de segurança. Entre as informações comprometidas, encontramos dados de identidade, como nome, e também dados de contato, como endereço postal, telefone, endereço de e-mail e data de nascimento. A ANFR especifica, no entanto, que não foram divulgados quaisquer dados relativos a licenças ou anexos.

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Dados à venda na dark web

Apreendidos pela ANFR, a ANSSI (Agência Nacional de Segurança de Sistemas de Informação) revela que os dados roubados foram à venda na dark webcom uma amostra de apoio. A ANFR alertou diretamente os usuários potencialmente afetados por e-mail. A agência recomenda que os usuários tenham cautela. Podem surgir campanhas de phishing.

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