Centro hospitalar universitário de Caen, 5 de outubro de 2025.

A notícia veio como um raio do nada. No serviço de urgência do centro hospitalar universitário de Caen (CHU), a partir de segunda-feira, 3 de novembro, já não haverá médicos internos em internato (após o sexto ano de estudos), nem “médicos juniores” (no último ano), ou externos (quarto e quinto anos). Ou todos estes jovens médicos em formação, que surgem, num momento em que o hospital sofre de carências médicas, essenciais à manutenção da prestação de cuidados.

A decisão surge como excepcional num serviço de urgência de um centro hospitalar universitário: a aprovação do estágio foi suspensa, durante seis meses, pela faculdade de medicina, por dificuldades de supervisão. A direção do CHU anunciou isso aos sindicatos dos funcionários na segunda-feira, 27 de outubro. Isto afetará os 14 cargos ocupados até agora por internos de medicina geral, conforme comunicado em setembro, mas também os 16 cargos de internos ditos de “especialidade”, ou seja, em medicina de emergência ou geriatria, cujo destino ainda não foi decidido. Estes últimos foram transferidos, à última hora, para outros estabelecimentos da zona, confirmamos ao corpo docente. No total, incluindo o pessoal externo, o serviço terá assim menos cerca de cinquenta jovens profissionais.

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