Ousmane Dembélé, do PSG, durante o jogo de ida das semifinais da Liga dos Campeões contra o Bayern de Munique, no Parc des Princes, em Paris, 28 de abril de 2026.

Vincent Kompany previu “um confronto brutal”. “Vai surgir uma espécie de tempestade e não sabemos para que lado vai, porque a qualidade é muito grande dos dois lados”havia antecipado o técnico do Bayern de Munique, segunda-feira, 27 de abril. Ele não se enganou. O confronto entre as duas melhores equipes do momento no cenário continental se transformou efetivamente em uma batalha furiosa, onde os protagonistas colocaram uma intensidade louca em cada duelo, em cada iniciativa, terça-feira, 28 de abril, no Parc des Princes…

Mas o técnico belga não imaginava o cenário completamente irracional desta primeira mão das meias-finais da Liga dos Campeões entre o Paris-Saint-Germain (PSG) e o clube bávaro, que resultou num resultado no river (5-4) a favor dos campeões europeus. Nove gols, um ritmo infernal, ações de alto nível de artistas no auge de sua arte… Tudo em um estádio em fusão. No final, um show muito bom. E uma cimeira de futebol como raramente vemos. O confronto direto entre o detentor do título e o favorito para sucedê-lo, que parecia uma final antes do tempo, cumpriu todas as promessas.

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