Até agora, tínhamos mais dados genómicos sobre o mamute, que foi extinto há quase 4.000 anos, do que sobre os elefantes vivos, e decidi mudar isso,” lembra Patrícia Pečnerová, pesquisadora da Universidade de Copenhague. Há mais de cinco anos, ela começou com Alfred Roca, professor especializado nesses paquidermes, o que viria a ser o maior sequenciamento genômico de elefantes africanos. “Sequenciamos todo o seu código genético,” ela se parabeniza. E seus resultados, publicados na revista Comunicações da Naturezasão preocupantes. Os investigadores identificaram vários processos no elefante africano que também ocorreram no mamute antes da sua extinção, incluindo a fragmentação do seu habitat e o isolamento das populações.

Savana e floresta: duas espécies muito distintas de elefantes

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