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O Banco Central da Rússia (BCR) baixou sexta-feira a sua taxa diretora em 0,5 pontos, para 14,5%, num contexto de dificuldades económicas devido ao custo da ofensiva na Ucrânia e às sanções ocidentais. O BCR disse esperar uma taxa básica média entre 14 e 14,5% este ano, e entre 8 e 10% em 2027. Estima também que a inflação anual deverá atingir entre 4,5 e 5,5% em 2026.

O BCR declarou ainda, em comunicado, continuar a contar com uma previsão de crescimento do PIB para 2026 entre 0,5 e 1,5%. Em 2025, o PIB russo aumentou 1%, uma taxa de crescimento muito mais lenta do que em 2024.

O banco central manteve uma taxa directora em quase 20% durante dois anos, enquanto a economia russa beneficiou da explosão das despesas militares ligada à ofensiva em grande escala na Ucrânia lançada em Fevereiro de 2022. Mas esta despesa colossal também fez subir a inflação, pesando sobre o crescimento do PIB, enquanto as empresas denunciavam os elevados custos dos empréstimos.

O BCR reduziu gradualmente a sua taxa básica em 2025 à medida que a inflação desacelerou, de 9,5% em 2024 para cerca de 5,6% no ano passado. A guerra no Médio Oriente trouxe algum alívio financeiro a Moscovo. Segundo a Agência Internacional de Energia, a Rússia quase duplicou as receitas provenientes das exportações de petróleo em Março.

Mas problemas estruturais, como a escassez de mão-de-obra, a volatilidade cambial, a inflação persistente e um clima de investimento lento, continuam a travar o crescimento.

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