Os reformados americanos que vivem em França conseguiram um pequeno milagre: uma maioria foi formada na Assembleia Nacional no sábado, 8 de Novembro, como parte da análise da lei financeira da Segurança Social (PLFSS). Com 176 votos a favor e 79 contra, os deputados LR, RN, MoDem e Renaissance (EPR) juntaram-se à abordagem do seu colega Horizons François Gernigon (Maine-et-Loire) para votar o princípio de uma “participação mínima” aposentados estrangeiros que se beneficiam de um cartão vital após três meses de presença na França.
A Ministra da Acção e Contas Públicas, Amélie de Montchalin, emitiu um parecer de sabedoria, especificando que o governo “levou esse assunto muito a sério”. Enquanto o Rally Nacional, através de uma subalteração, esperava alargar o espectro a todos os estrangeiros, o ministro demarcou o perímetro limitando-o aos países do G20. “Planejamos rever as convenções que existem com estes países para que haja essa participação. Porque muitas vezes a recíproca não existe”ela acrescentou.
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