Mulheres em processo de procriação medicamente assistida com perfis muito diversos testemunham ao “Le Monde” a sua dificuldade em articular a sua vida profissional com consultas médicas para as quais por vezes têm de se libertar de um dia para o outro. Falam também do cansaço “emocional e físico” que tentam esconder e da discriminação que sofreram.
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