Gabriel Attal, durante “La Nuit de la Nouvelle République”, em Lyon, 28 de abril.

Com passo apressado, Gabriel Attal desvia da chuva para chegar à porta das lojas da avenue du Point-du-Jour, em 5e Distrito de Lyon, terça-feira, 28 de abril à tarde. O secretário-geral da Renascença vem prestar o serviço pós-venda da proposta de lei que visa facilitar os trabalhos do dia 1 de maio, planeada pelo governo. Apesar da anunciada tolerância para com padeiros e floristas, o antigo primeiro-ministro lamenta que os talhantes tenham “foi sacrificado”.

Muito ocupado atendendo seus clientes, o vizinho não tem tempo de recebê-lo. Pena que Gabriel Attal assume novamente o comando junto com seus vizinhos padeiros, receptivo ao seu apelo por “deixar trabalhar mais quem quer trabalhar”. Mesmo que um deles “não sei[t] não diga » Se recebeu a carta que o adversário do bloco central enviou a 30 mil padeiros, segundo a sua equipa, o deputado de Hauts-de-Seine fica encantado. “Acho que os franceses vão querer ir comemorar a padaria nesse dia!”, ele se presta a sonhar na frente de um dos comerciantes.

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