Um Wizz Air Airbus A321neo no Aeroporto de Varsóvia-Modlin (Polônia), 1º de dezembro de 2025.

Na eterna partida Airbus-Boeing, é o americano quem, pela primeira vez desde a crise de produção de 2024, assume a liderança. Este início de temporada de 2026 é sem dúvida favorável ao grupo de Seattle (Washington) e os resultados financeiros trimestrais da Airbus, publicados na terça-feira, 28 de abril, após negociação no mercado, confirmam isso.

O volume de negócios da Airbus caiu 7% para 12,65 mil milhões de euros e o da produção de aeronaves civis (ou seja, dois terços das vendas do grupo em valor) tropeçou 11%, reflectindo o fraco desempenho comercial do fabricante de aeronaves, que entregou 114 aeronaves entre Janeiro e Março, face a 136 no mesmo período de 2025.

O lucro líquido caiu 26% (586 milhões de euros), mas sobretudo o resultado operacional ajustado (ou EBIT, ou lucros antes de juros e impostos) caiu 52% para 300 milhões de euros, enquanto a fuga de caixa no período atingiu 2,4 mil milhões de euros. Só no que diz respeito à aviação comercial, este EBIT ajustado – um indicador algo técnico mas que é um dos melhores critérios para o bom funcionamento de uma actividade industrial – está em queda livre: – 84%.

Você ainda tem 75% deste artigo para ler. O restante é reservado aos assinantes.

Fonte

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *