Guillaume Poupard, durante o lançamento do Instituto Nacional de Avaliação e Segurança da Inteligência Artificial, em Puteaux (Hauts-de-Seine), 31 de janeiro de 2025.

Desde a decisão da Anthropic de não tornar público o seu mais recente modelo de inteligência artificial (IA) devido à sua natureza perigosa em termos de segurança informática, as reações têm oscilado entre o catastrofismo e o ceticismo. Será que este modelo, Mythos, capaz de identificar de forma muito eficaz vulnerabilidades em códigos de computador, levará a um apocalipse digital? Ou é apenas mais um desenvolvimento num campo – segurança informática – que já viu outros?

Em breve nota publicada quinta-feira, 23 de abril, o Conselho de Inteligência Artificial e Digital (CIANum), órgão independente formado por especialistas responsáveis ​​por esclarecer o governo sobre essas questões, pede “não ceda ao pânico circundante”. Esta é a primeira vez que uma entidade pública francesa se manifesta neste debate que há duas semanas agita as esferas digital e de segurança em todo o planeta.

A linha do CIANum, copresidido por Guillaume Poupard, ex-chefe da agência estatal de cibersegurança e vários dos quais são especialistas em IA, é a da cautela.

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