Ao contrário de Itália, que optou em Março por aplicar um desconto de 25 cêntimos por litro de combustível, ou de Espanha, que o reduziu para metade, em Abril, a taxa de IVA sobre os produtos petrolíferos, o governo francês ainda se recusa a considerar tais medidas para as próximas semanas – depois de ter, no entanto, aplicado no passado, em 2022, um desconto de até 30 cêntimos.
Num projecto de decreto, enviado segunda-feira, 13 de Abril, às associações de consumidores e consultado pelo O mundoos serviços do primeiro-ministro, Sébastien Lecornu, consideram antes suavizar a evolução dos preços dos combustíveis e regular as margens dos postos de abastecimento, até 31 de agosto.
Não o suficiente, à primeira vista, para satisfazer as associações de consumidores ou certos grupos políticos, nomeadamente La France insoumise e o Partido Comunista Francês, que apelavam a um bloqueio puro e simples dos preços nas bombas.
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