Volodymyr Zelensky, o presidente ucraniano, em visita oficial à Polónia para se encontrar com Karol Nawrocki, o seu homólogo polaco. Em Varsóvia, 19 de dezembro de 2025.

A bola está agora do lado da Rússia. Foi isso que o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, deixou claro na terça-feira, 23 de dezembro, ao apresentar o resultado de semanas de negociações com o lado americano para uma “projeto de acordo” aceitável para Kiev, a fim de pôr fim à invasão lançada por Moscovo há quase quatro anos. Mal informado pelos seus dois emissários, regressados ​​de Miami (Flórida), após um fim de semana de negociações com enviados da Casa Branca, Volodymyr Zelensky apresentou, durante uma conferência de imprensa, uma versão, reduzida a 20 pontos, de um acordo-quadro de paz entre a Ucrânia, a Europa, os Estados Unidos e a Rússia. Ele disse esperar, por meio dos Estados Unidos, uma resposta de Moscou durante o dia. a partir de quarta-feira.

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O acordo-quadro discutido passou de uma primeira versão de 28 pontos, apresentada pelos americanos no final de Novembro, inaceitável para a Ucrânia, para 20 pontos hoje – um “desenvolvimento considerável”, insistiu o presidente ucraniano. Este último explicou que as duas partes conseguiram encontrar posições de “consenso” na maior parte dos elementos do documento, com excepção, sem surpresa, dos dois mais sensíveis: a futura gestão da central nuclear de Zaporizhia, ocupada pelo exército russo, e os territórios. Sobre esses dois pontos, o presidente espera que as discussões ocorram “no nível de gestão”.

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