
Ela pode ter assinado um filme sobre a invenção de um dos brinquedos sexuais femininos mais vendidos do mundo – Womanizer – mas Reem Kherici mantém grande modéstia, especialmente em relação à sua vida privada. Por ocasião do lançamento do filme Por prazerneste 6 de maio de 2026, ela ainda confidenciou Jogo de Paris. Ela fala sobre sua separação de Gilles Lemaire, pai de seus filhos.
Embora estejam separados desde o verão de 2025, os dois atores não se odeiam. É preciso dizer que tiveram dois filhos, de 7 e 3 anos. “Nós nos adoramos. Vou amá-lo por toda a vida”, confidencia. “Mas eu preciso ter paz. Ele ou outra pessoa, seria a mesma coisa.” Entendemos que Reem Kherici prefere permanecer solteiro.
Reem Kherici sempre se recusou a se casar
A atriz e diretora, descoberta em 2009 em OSS 117: Rio não responde mais então aclamada por seu primeiro filme em 2013, Paris a todo custonunca gostou do casal. “Não fui feita para viver com alguém”, ela sabe. Quando ela morava com Gilles Lemaire, cada um deles tinha seu próprio quarto. E também não há dúvida de considerar o casamento: “Recusei todos os pedidos”.
Antes de estar com Gilles Lemaire, Reem Kherici teve um relacionamento com Philippe Lacheau, do Bande à Fifi, de quem ainda hoje é próxima. “Ele é um amigo de vinte anos com quem converso pelo menos duas ou três vezes por semana sobre trabalho. Ele é como um irmão”, diz ela agora sobre ele.
Para alcançar Por prazerReem Kherici teve que superar seus próprios tabus
O diretor, portanto, agora está solteiro. Mas ela não está brincando. “Nunca tive um caso de uma noite”, ela confidencia. “Sou muito cerebral. Muito formal. Não posso ficar nu na frente de um estranho.” Ela diz que espera “quatro ou cinco encontros” antes de criar intimidade com um homem.
Em Por prazerentendemos que a invenção do Mulherengo se deve justamente ao desejo de um engenheiro, interpretado por François Cluzet, de continuar a proporcionar prazer à sua esposa, interpretada por Alexandra Lamy, após vários anos de casamento. Um filme que Reem Kherici inicialmente se recusou a dirigir. Antes de entrar na introspecção e torná-la um verdadeiro manifesto feminista.
Artigo escrito em colaboração com 6Médias