O centro hospitalar universitário de Toulouse, no sudoeste da França, 19 de agosto de 2025.

O alívio durou pouco. Os hospitais, cujo envelope orçamental foi aprovado no Parlamento em 16 de dezembro, saudaram amplamente o reforço de 850 milhões de euros, acrescentado durante a análise da lei de financiamento da Segurança Social de 2026, que inicialmente previa um orçamento particularmente severo. Ainda. Ao descobrir as taxas hospitalares que daí resultarão – ou seja, o valor que o Seguro de Saúde reembolsará no próximo ano por cada tipo de estadia coberta, com o chamado sistema de “preços de atividade” – surgiu uma onda de críticas nas fileiras dos estabelecimentos públicos e privados. Estes valores permanecerão idênticos aos do ano anterior, sem aumento.

“Fixar os preços em 0%, num contexto de subfinanciamento histórico da inflação, de retoma da actividade e de grandes tensões nos recursos humanos equivale, sem o assumir, a impor um plano de poupança massivo”denunciou a uma só voz as quatro federações (Federação Hospitalar Francesa, Federação de Hospitalização Privada, Unicancer, Federação dos estabelecimentos hospitalares privados e de assistência pessoal sem fins lucrativos), num comunicado de imprensa datado de 23 de dezembro, apelando a um aumento de pelo menos 1% nestes preços.

Você ainda tem 61,55% deste artigo para ler. O restante é reservado aos assinantes.

Fonte

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *