O problema continua para John Textor. O ex-presidente do Olympique Lyonnais (OL) foi afastado da gestão do clube brasileiro Botafogo, do qual é proprietário, por um tribunal arbitral, anunciou o time sediado no Rio de Janeiro em comunicado divulgado nesta sexta-feira, 24 de abril. “temporário” gestão de treinamento; esta última acrescentando que iria levar “todas as medidas úteis para reexaminar a decisão”.
Esta decisão foi tomada num contexto de conflito financeiro. A queda do conglomerado Eagle Bidco – dono do OL e da equipa belga RWD Molenbeek, além do Botafogo, e que anteriormente geriu John Textor – desencadeou múltiplas ações judiciais, com acusações que chegam a várias dezenas de milhões de euros.
Segundo trechos da decisão judicial, citados pela imprensa brasileira, John Textor tomou medidas que “risco de causar danos irreparáveis aos acionistas e a todos os torcedores do Botafogo”. Sua saída do clube será “sujeito a revisão” em 29 de abril.
Os três clubes Eagle Bidco à venda
Enfrentando dificuldades econômicas, o Botafogo havia solicitado, no início da semana, a abertura de processo de recuperação judicial de seu “reestruturação financeira”com em particular o “suspensão temporária do direito de voto” da Eagle Bidco como“acionista majoritário”acusando-o de “obstruir a entrada de novo capital no clube”.
John Textor foi substituído à frente do OL em junho de 2025 pela empresária norte-americana Michele Kang. Além disso, foi afastado no final de janeiro de todas as funções operacionais da Eagle Bidco. Em meados de abril, o conglomerado publicou um anúncio classificado no diário empresarial britânico Tempos Financeiros anunciando a venda dos três clubes que possui.