Confortavelmente sentado no seu trono durante uma década, Gianni Infantino, 56 anos, pretende prolongar o seu reinado à frente da Federação Internacional de Futebol Associado (FIFA). Ao final do 76º congresso da entidade mundial, organizado em Vancouver (Canadá), quinta-feira, 30 de abril, o líder calvo pôs fim a um falso suspense ao “confirmando” às 211 federações nacionais membros da FIFA que seria “candidato” à sua sucessão, durante a votação marcada para 18 de março de 2027.
Caso fosse reeleito por quatro anos, o ítalo-suíço poderia permanecer à frente da entidade até 2031. De acordo com os estatutos do órgão que limitam o número de mandatos, esta seria sua terceira e última passagem à frente do futebol mundial. Mas vários ex-executivos da FIFA acreditam que Infantino, que controlou a Federação Internacional com mão de ferro desde a sua posse em fevereiro de 2016, “poderia aprovar uma emenda” para poder permanecer no comando por mais tempo.
Na ausência de oposição, o caminho já parece livre para Infantino, reeleito por aclamação em 2019 e 2023. Várias confederações continentais, como a Conmebol (América do Sul) e a CAF (África), já deram oficialmente o seu apoio ao antigo secretário-geral da União das Associações Europeias de Futebol (UEFA) neste próximo período eleitoral.
Você ainda tem 77,56% deste artigo para ler. O restante é reservado aos assinantes.