Um sem-abrigo perto da sede da UE em Bruxelas, em 2 de maio de 2022.

Capital nacional e internacional, conhecida pelo seu convívio e pela sua arte de viver, a cidade-região de Bruxelas tem um lado oculto que o seu Observatório da Saúde e Social acaba de sublinhar cruelmente no dia 15 de Abril. Composta por 19 municípios, Bruxelas enfrenta graves problemas orçamentais – uma dívida que deverá atingir os 16 mil milhões em 2026, para receitas de 6 mil milhões – mas também uma situação social que se está a deteriorar: um quarto da população vive lá com um rendimento abaixo dos 6 mil milhões de euros. “limiar de risco de pobreza”, ou seja, 1.500 euros de rendimento disponível.

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Uma estimativa que não tem em conta os imigrantes indocumentados e os sem-abrigo, cujos respetivos números são estimados em 50 mil e 10 mil, sublinha Marion Englert, investigadora do departamento de estudos do Vivalis, serviço responsável pelas questões de saúde e assistência às pessoas, que acaba de publicar este barómetro 2025. Bruxelas tinha oficialmente 1,25 milhões de habitantes no ano passado.

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