
Nesta sexta-feira, 24 de abril, os telespectadores testemunharam uma divertida conversa entre Cyril Hanouna e Raymond Aabou em Tudo lindo, tudo novo. O anfitrião exigiu um “mea culpa” ao seu colunista, a quem acusa de ter querido sabotar o seu regime no verão passado. O ex-motorista de entregas revelou então que seu chefe estava tão determinado a perder peso que “trazia para casa um saco plástico” para as pessoas que os convidassem para comer.
“Ele foi comer no Nicolas Sarkozy com um Tupperware! É uma pena!”, lançou Raymond Aabou, antes de Cyril Hanouna detalhar esta anedota. Um dia, o anfitrião recebeu um telefonema do ex-Presidente da República, que o convidou para jantar em sua casa com o seu colunista. “Então chego na casa de Nicolas com Raymond. E levo um saco plástico com a comida dentro”, disse ele.
Cyril Hanouna causa um momento de desconforto em Nicolas Sarkozy
A história tomou um rumo ainda mais cômico quando Nicolas Sarkozy acreditou que a sacola trazida por Cyril Hanouna era destinada a ele. “Oh, isso é legal. É para mim?” ele perguntou. “Não, na verdade a refeição é minha porque não como as tuas coisas”, respondeu o anfitrião, provocando a descrença do ex-chefe de Estado. “Ninguém nunca fez isso comigo!”, retrucou ele, visivelmente chocado.
Quando Géraldine Maillet lhe perguntou se não tinha ficado “envergonhado”, Cyril Hanouna confidenciou que estava “envergonhado”. “Mas eu sabia que com ele poderia pagar”, declarou, especificando que Nicolas Sarkozy era um amigo. “É preciso ousar de qualquer maneira!”, reagiu Raymond Aabou, acrescentando que seu chefe havia trazido “um saco plástico estourado onde dava para ver a tigela com ratatouille através dele”.
Raymond Aabou enviado para o final da mesa com Nicolas Sarkozy
Presente ao seu lado naquela noite, Raymond Aabou não estava em melhor situação. Como contou Cyril Hanouna, foi Nicolas Sarkozy quem colocou os convidados: “Cyril, você fica aí, a noiva de Cyril fica aí, você, amigo de Cyril, fica aí…” À medida que as chegadas continuavam, Raymond teve que se mudar repetidas vezes, até que se viu no final da mesa.