Uma metralhadora leve FN EVOLYS, fabricada pelo grupo FN Browning (FN Herstal), em Liège, 3 de junho de 2025.

A China anunciou na sexta-feira, 24 de abril, que iria impor restrições a sete empresas e entidades europeias ativas nas áreas de armas e defesa. Pequim acusa-os de terem “participou na venda de armas para Taiwan ou [de s’être] comprometido com o conluio com Taiwan”disse o Ministério do Comércio.

As sete entidades são colocadas na lista de controlo de exportações com efeito imediato, afirmou o ministério num comunicado. Concretamente, os exportadores chineses estão proibidos de lhes fornecer bens com potencial dupla utilização, civil ou militar, especifica o ministério.

As sete entidades são o grupo FN Browning e a subsidiária Fabrique nationale Herstal, fabricantes de armas ligeiras estabelecidas na Bélgica, a alemã Hensoldt AG (radares, sensores aviónicos, etc.), as empresas checas Excalibur Army e Omnipol (equipamento militar), a filial checa da Spaceknow (Estados Unidos, imagens de satélite) e o centro nacional checo VZLU Aerospace.

Realizando a “reunificação”

Pequim considera Taiwan, um estado democrático, como um partido “inalienável” do território chinês e considera que o “reunificação” é inegociável e inevitável. Reserva-se o direito de usar a força para executar “reunificação”.

As sanções chinesas também proíbem “Organizações e indivíduos estrangeiros devem transferir ou fornecer bens de dupla utilização originários da República Popular da China às sete entidades”disse o ministério.

O mundo com AFP

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