
Anne-Laure Sibon participou da segunda temporada do Academia Estrelavencido por Nolwenn Leroy em 2002. Ela falou com Tele-Lazer nos fortes laços que ela manteve com seus ex-colegas. Aquela que agora administra um acampamento na Alta Sabóia com sua parceira Audrey revela duas lembranças memoráveis de sua aventura no telecrochê.
“São dois momentos que ficam gravados para sempre no meu coração. Em um deles é meu dueto com Lara Fabian no A diferença”, ela se lembra. E se Anne-Laure Sibon guarda lembranças tão intensas de seu encontro com a cantora é porque elas passaram um momento especial juntas antes do auge.
“Lara Fabian me deu o presente de me convidar para passar uma hora em seu camarim. Conversamos enquanto ela arrumava o cabelo”, lembra ela. A estrela queria descobrir antes da transmissão ao vivo. “Humanamente, achei ótimo”, lembra Anne-Laure Sibon. “Ela me traz e me faz perguntas sobre minha vida. Eu também faço perguntas a ela. Nós nos conhecemos.”
Anne-Laure Sibon teve Céline Dion como backing vocal em um bônus do Academia Estrela
É preciso dizer que ela era fã da cantora. “Eu tinha dois pôsteres no meu quarto quando era jovem. Eram Amélie Mauresmo e Lara Fabian. E no segundo bônus, ganhei o presente de fazer um dueto com ela em uma música que sei de cor.”
Mas outro momento deixou uma marca duradoura no cúmplice de Nolwenn Leroy. “Obviamente, quando Celine Dion entra no set, ela faz um medley com todos nós”, diz ela. Ela deve cantar De amor ou amizade na frente da estrela e as coisas não saem como planejado.
“Ela não era obrigada a fazer nada. E quando eu comecei a cantar, ela começou a fazer backing vocals com Nolwenn. Basicamente, estou cantando e ao meu lado tenho dois backing vocals. São Nolwenn e Céline Dion. É enorme”, testemunha Anne-Laure Sibon.
Anne-Laure Sibon não se arrepende de ter se assumido no Academia Estrela
Anne-Laure Sibon também marcou o Academia Estrela saindo durante a temporada. Uma grande estreia na época. Ela não se arrepende desta decisão. “Tive a sorte de estar na TV num momento em que as pessoas estavam prontas”, ela admite. “Não me fiz perguntas. Para mim foi bastante natural”, acrescenta.
Ela também confidencia que nunca recebeu “o menor insulto” ou “a menor rejeição dos telespectadores”. Para Anne-Laure, foi até “uma missão de vida”. “Acho que as coisas se alinharam e o fato de falar sobre isso era óbvio. E por trás das consequências, da repercussão que isso pode ter tido, abriu as portas, abriu os olhos, abriu os ouvidos, libertou as pessoas, fez com que outros aceitassem a coisa”, alegra-se.