Já são conhecidos os nomes daqueles que vão liderar as intermunicipais. Nas últimas semanas, os “intercos” elegeram de facto os seus presidentes e vice-presidentes com resultados, por vezes, contrastantes com os das eleições autárquicas. Além disso, a expressão abatida de Jean-Michel Aulas na noite de 22 de março, após a derrota contra o ecologista Grégory Doucet, deu lugar a um sorriso satisfeito quatro dias depois, quando foi eleito primeiro vice-presidente da Métropole de Lyon…

É preciso dizer que em Lyon, como noutras grandes cidades francesas, são as autoridades intermunicipais que tomam decisões em matéria de transportes, gestão de águas e resíduos, estradas, urbanismo, etc. Com orçamentos significativos: 4 mil milhões de euros, por exemplo, para a Métropole de Lyon (quatro vezes o orçamento da cidade de Lyon), 5 mil milhões para o seu equivalente em Marselha (em comparação com 2 mil milhões para Marselha).

Mas os líderes destas estruturas, muitas vezes tão discretos como poderosos, eleitos indirectamente durante o que equivale a uma “terceira volta” de eleições municipais, permanecem pouco conhecidos. Les Décoders traçam um retrato composto destes “funcionários locais supereleitos” que liderarão os intermunicípios das grandes cidades – as 22 metrópoles e as 14 comunidades urbanas (UC), que por si só abrangem um terço da população francesa.

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