Identificação visual de ninhos de gaivotas por um drone leve, antes que um segundo seja enviado acima dos telhados para lançar sua carga de óleo vegetal sobre os ovos, a fim de esterilizá-los, em Cannes (Alpes-Marítimos), 5 de maio de 2022.

Vá embora voando. Já se passaram cinco dias desde que Juliette e seus avós, Jacky e Régine, que não quiseram revelar o sobrenome, viram a gaivota-arenque em sua casa no bairro Gare de Saint-Malo (Ille-et-Vilaine). “Nós o vimos pegar galhos para fazer um ninho. Ele vai ter pequeninos.”diz Juliette, 25 anos, sorrindo, sentada à mesa da cozinha.

Desde o confinamento que acolheram a ave marinha na sua família depois de esta ter aterrado por acaso no terraço. “Um artigo dizia que eles estavam tendo problemas para conseguir comida na época.”explica Régine. Go, como o chamavam, habituou-se a passar por aqui na hora das refeições para provar as sobras que lhe eram confiadas, e só a ele, para não atrair outros congéneres. Mesmo que, observa Jacky, “vemos e ouvimos cada vez menos, é um obstáculo para sobreviver”. Assim, quando souberam, no início de Abril, que a Câmara Municipal de Saint-Malo estava a lançar uma nova campanha de esterilização de ovos de gaivota, viram o vermelho. “É uma ave emblemática do litoral. O que acontecerá se não existir mais? »pergunta o casal septuagenário.

Você ainda tem 81,05% deste artigo para ler. O restante é reservado aos assinantes.

Fonte

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *