Um agente do Serviço Secreto guarda um corredor depois que um atirador abriu fogo no jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca em Washington, em 25 de abril de 2026.

Premeditação documentada, execução desesperada. Em um fim de semana, Cole Tomas Allen ficou famoso, comprometendo o resto de sua vida. Segundo a polícia, esse cientista da computação saiu de sua residência em Torrance (Califórnia), depois atravessou os Estados Unidos de trem até a capital federal, passando por Chicago (Illinois). Em 24 de abril, ele se hospedou no Washington Hilton Hotel.

Na noite seguinte, este homem de 31 anos deixou um manifesto no seu quarto. Ele levou na bagagem as armas, compradas legalmente: espingarda, pistola e facas. Depois desceu até o saguão, tentando passar pelos portões de segurança que impediam o acesso ao porão onde ficava a sala de recepção. Lá dentro, Donald Trump acabava de ocupar o seu lugar junto aos mais altos funcionários da sua administração. O presidente norte-americano foi este sábado o convidado de honra do jantar de gala anual organizado pela Associação de Jornalistas Credenciados da Casa Branca (WHCA).

Embora a noite tivesse começado recentemente, foram ouvidas explosões na sala de recepção, causando um afluxo de agentes ao palco. Eles evacuaram o presidente, que havia caído no chão por um tempo, e as pessoas sentadas ao seu redor, incluindo sua esposa, Melania, e o vice-presidente, JD Vance. As explosões vieram de fora.

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