O Ministério da Economia e Finanças, em Paris, 6 de janeiro de 2026.

Não se trata de aceitar uma nova derrapagem orçamental, como as de 2023 e 2024, que são tão onerosas financeira e politicamente. Determinado a reduzir o défice público em 2026, apesar da guerra no Médio Oriente que complica a situação, o Primeiro-Ministro, Sébastien Lecornu, prepara-se para tomar medidas económicas iniciais. O seu total deverá atingir os 6 mil milhões de euros, incluindo cerca de 4 mil milhões de euros para o Estado e 2 mil milhões para a Segurança Social, indicam fontes confirmativas. Por enquanto, Bercy apenas confirma o número de 4 mil milhões mencionado por Os ecos. O plano deve ser oficializado na terça-feira, 21 de abril, durante comitê de alerta sobre finanças públicas.

Este órgão foi criado após a crise política provocada pela descoberta de défices públicos muito mais massivos do que o esperado em 2023 e 2024. Realizaram-se duas reuniões em 2025, nomeadamente em junho, para revelar um travão de 5 mil milhões de euros à despesa pública. O objetivo era então reduzir o défice público para 5,4% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025. As medidas tomadas permitiram atingir esta meta, e melhor ainda, com um défice finalmente estabelecido em 5,1% do PIB, graças a boas receitas fiscais.

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