Miles Bridges, Brandon Miller, LaMelo Ball, Kon Knueppel e Moussa Diabaté, em Charlotte, 25 de março de 2026.

Na NBA, Charlotte é mais famosa por suas camisas e mascote do que por suas atuações em quadra. Em trinta e cinco anos de existência – sob os nomes Charlotte Hornets e Charlotte Bobcats – a franquia da Carolina do Norte terminou apenas 12 temporadas com mais vitórias do que derrotas. Em 2012, chegou a assinar o pior recorde da história da liga norte-americana de basquete (7 vitórias, 59 derrotas), um triste recorde que permanece até hoje. Nos últimos vinte anos, o Hornets só chegou aos playoffs (fases finais) três vezes – a última vez, em 2016 – e nunca passou da primeira fase.

Com 14 derrotas em 18 partidas no início do ano financeiro de 2025-2026 – incluindo uma série de sete derrotas consecutivas – Charlotte estava, no final de novembro, nas profundezas do ranking da NBA. “Dissemos então a nós mesmos que teríamos um ano um tanto desastroso”lembra o francês Baptiste Couturiaux, 29 anos, apresentador da conta @HornetsFR na rede social X.

No entanto, a espera acabou valendo a pena. Entre 22 de janeiro e 7 de fevereiro, o Hornets somou uma série de nove vitórias. Inédito desde… abril de 1999. Depois de seis novas vitórias consecutivas – todas por mais de 15 pontos – entre o final de fevereiro e o início de março, tiveram até mais vitórias do que derrotas (32 contra 31). “Não estamos acostumados a experimentar esse tipo de emoçõesobserva Baptiste Couturiaux. Nós nos perguntamos quando isso vai parar. Vencemos o Los Angeles Lakers, o Denver Nuggets e o Oklahoma City Thunder. Dizemos a nós mesmos que não é possível e que realmente começamos algo legal com esse time. »

Você ainda tem 73,69% deste artigo para ler. O restante é reservado aos assinantes.

Fonte

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *