O Papa Leão XIV chega a Yaoundé (Camarões), durante o terceiro dia da sua viagem apostólica à África, 15 de abril de 2026.

É costume que os papas comecem a sua visita a um país estrangeiro com um discurso às autoridades locais, muitas vezes num ou noutro local de poder. Aquele proferido pelo Papa Leão O local foi mudado no último minuto e foi finalmente no palácio presidencial que o pontífice falou, diante do presidente Paul Biya. Uma escolha que as autoridades camaronesas poderão ter lamentado mais tarde, já que o discurso de Leão XIV foi politicamente carregado, assemelhando-se mais ou menos a uma lição de moral, ou mesmo a um apelo à ordem.

Habitualmente tão comedido, tão cauteloso, o americano de 70 anos parece, desde o início desta viagem a África, que já o levou à Argélia e que continuará em Angola e na Guiné Equatorial, determinado a expressar-se directamente, abordando directamente as questões dos países visitados. Foi o caso da Argélia, onde insistiu na necessidade de incluir a sociedade civil nos processos de tomada de decisão.

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