Pelo menos 203 pessoas morreram e mais de 1.000 ficaram feridas, segundo o ministério da saúde libanês, nos ataques de quarta-feira, que o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, justificou como uma forma de Israel se defender contra o Hezbollah. Noutras partes da região, não foram registados quaisquer ataques importantes no segundo dia do cessar-fogo com o Irão.

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