É uma foto da semana diferente das anteriores que hoje lhe oferecemos. Longe das maravilhas do Universo ou das belezas da natureza. Longe das torpezas do nosso Planeta. Desta vez, a imagem nos mergulha no cerne dos mistérios da física. A foto mostra, pela primeira vez, um efeito esperado desde o final da década de 1950 pela teoria da relatividade especial de Albert Einstein.

Flertando com a velocidade da luz…

Este efeito, o físicos Conheça isso como efeito Terrell-Penrose. Ele quer que os objetos que se movem em alta velocidade nos pareçam não apenas contraídos, mas também girando. E físicos da Universidade Técnica de Viena e da Universidade de Viena (Áustria) desenvolveram um dispositivo inteligente para revelar este efeito. Para grande reforço pulsos de laser e câmeras de precisão.

Para entender, vamos imaginar um cubo ultrarrápido. Se dois fótons atingirem nosso olho simultaneamente, um vindo do canto frontal do cubo e outro do canto posterior, o fóton vindo do canto posterior terá percorrido uma distância maior. Para chegar ao mesmo tempo, teve que ser emitido mais cedo. Numa altura em que o cubo não estava na mesma posição de quando a luz foi emitida pelo canto frontal. Na imagem, o cubo parece ter girado.

…ou pregar uma peça na física?

Para simular um objeto movendo-se quase tão rápido quanto a luz, os pesquisadores austríacos usaram uma câmera de grande ângulo velocidade para gravar o raio laser refletido de diferentes pontos de um cubo e de uma esfera em momentos diferentes. Ao cronometrar corretamente os tiros, eles alcançaram o mesmo resultado como se o velocidade da luz foi de 2 metros por segundo. E finalmente traz à tona o efeito Terrell-Penrose.

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