A LISTA DA MANHÃ
Da Dinamarca à Califórnia, das produções mais livres às mais clássicas, as séries da semana demonstram uma vitalidade e diversidade ideais para afugentar a escuridão do mês de janeiro.
“O vizinho dinamarquês”: operações especiais e reuniões de copropriedade
Mulher em guerra, a segunda longa-metragem do realizador islandês Benedikt Erlingsson, centrada na questão da acção directa, retratando o trabalho de sabotagem, dirigido contra uma multinacional, de uma mulher solitária.
Ditte Jensen, a heroína de O vizinho dinamarquêsbrilhantemente interpretado por Trine Dyrholm, também pratica ação direta. Ditte deixou a Dinamarca para se instalar num edifício nos arredores de Reykjavik… Lá, ela usa suas habilidades profissionais para resolver problemas de co-propriedade e, de forma mais geral, os infortúnios de seus vizinhos – uma mãe sobrecarregada por um adolescente descontrolado ou um casal consumido pelo alcoolismo de um dos cônjuges. As competências em causa são as de um agente do serviço de inteligência dinamarquês e a série desenrola-se no registo da comédia negra, jogando com a desproporção entre as questões da vida quotidiana e os métodos bélicos de Ditte Jensen.
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