Tetiana (todas as pessoas mencionadas pelo primeiro nome pediram anonimato) acredita estar com taquicardia. Sua filha Rita percebeu que o estresse estava afetando-a. E ela sabe que quando a mãe está nervosa, “ela está com problemas na cabeça”procura palavras em francês. Ela se perguntou se iria se perder nas perguntas. Ela a acompanhou até a sala de exames.
Quarenta e cinco minutos depois, o ucraniano de 53 anos saiu aliviado. Ela tinha acabado de passar no exame de educação cívica, um novo teste exigido a partir de 1er Janeiro de 2026 aos estrangeiros que solicitem cartão de residência plurianual, cartão de residente decenal ou naturalização. Assim, com excepção de certas categorias, como os refugiados, potencialmente mais de 100.000 estrangeiros terão de passar no exame todos os anos.
A prova é um questionário de múltipla escolha dividido em 28 questões de conhecimento e 12 cenários, diferentes dependendo da categoria da solicitação. Foi instituído por decreto de 10 de outubro, assinado por Bruno Retailleau, poucos dias antes de deixar o Ministério do Interior, onde passou um ano martelando o seu desejo de reduzir a imigração.
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