Jornalista Patrick Cohen, durante audiência perante a Comissão de Inquérito sobre Radiodifusão Pública, na Assembleia Nacional, em Paris, 18 de dezembro de 2025.

Três meses depois de desencadear relutantemente uma tempestade mediática particularmente virulenta nos meios de comunicação de extrema-direita e de inspirar a União dos Direitos pela República (UDR) com a ideia de convocar uma comissão de inquérito sobre a radiodifusão pública, os jornalistas Patrick Cohen e Thomas Legrand conseguiram finalmente, quinta-feira, 18 de Dezembro, recontar os acontecimentos tal como os vivenciaram e analisaram.

Foi Patrick Cohen o primeiro a empreender a defesa da sua honra de jornalista, desprezada desde a publicação pelos meios de comunicação de extrema direita O Incorreto excertos de uma conversa roubada com responsáveis ​​do Partido Socialista (PS). “A imparcialidade não pode ser medida em bistrôs ou em quartos. Ou talvez tenhamos mudado para outro regime político.” lembrou pela primeira vez o jornalista político que, no passado, acompanhou notavelmente as notícias da Frente Nacional (antigo nome de União Nacional, RN). “ Eu trabalho honestamente e, diante de vocês esta tarde, estou em linha reta,” ele continuou, pronto para uma batalha intelectual.

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