Yann Le Cun, no Festival Internacional de Inteligência Artificial de Cannes (WAICF), 10 de fevereiro de 2023.

A start-up de inteligência artificial (IA) fundada por Yann Le Cun é uma empresa de direito francês com sede em Paris. Mas este projeto do ex-diretor de pesquisa de IA da Meta tem ambições globais: “Queremos ser uma empresa global com sede na Europa”, explica Alexandre LeBrun, diretor geral da empresa, chamada AMI (Advanced Machine Intelligence), da qual o Sr. Le Cun presidirá o conselho de administração. Sinal deste desejo planetário, explica o Sr. LeBrun, os fundadores buscaram um certo ” equilíbrio ” localização geográfica entre os investidores na primeira captação de 890 milhões de euros, anunciada terça-feira, 10 de março pela empresa, avaliada em 3 mil milhões de euros.

Nesta ronda de financiamento encontramos intervenientes europeus (os fundos Cathay Innovation e Hiro Capital, os grupos Dassault e Mulliez ou o fundador da Free Xavier Niel, accionista individual da Mundo), mas também americano (o fundo Greycroft, o fabricante de chips Nvidia ou o fundo do fundador da Amazon, Jeff Bezos) e asiático (o fundo do grupo automóvel Toyota ou o gigante da eletrónica Samsung). Em um mundo de IA “cada vez mais bipolar” em torno dos pesos pesados ​​que são os Estados Unidos e a China, a Europa pode encarnar um caminho alternativo, como “nova Suíça”, sorriu Sr. LeBrun.

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