
Após a morte do activista nacionalista Quentin Deranque, podemos ainda falar de radicalização marginal ou será o sintoma de um mal-estar democrático mais profundo? A análise de Antoine Marie, pesquisador em psicologia política.
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Após a morte do activista nacionalista Quentin Deranque, podemos ainda falar de radicalização marginal ou será o sintoma de um mal-estar democrático mais profundo? A análise de Antoine Marie, pesquisador em psicologia política.
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