
Mestre de cerimônias da cerimônia do 51º César, Benjamin Lavernhe surpreendeu o público com uma apresentação repleta de música, dança, humor e fantasias para abrir a noite. Antoine de Caunes deu a sua opinião sobre esta atuação no Instagram.
Que introdução! Durante um quarto de hora inteiro, Benjamin Lavernhe abriu com brio e brio a 51ª edição dos Césares, uma noite glamorosa onde toda a elite do cinema francês se reuniu no Olympia. No palco do famoso espaço parisiense, nesta quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026, o mestre de cerimônias ofereceu uma sequência de tirar o fôlego repleta de dança, canto, música, figurinos – uma performance de alto nível que será um marco na história da prestigiada cerimônia de premiação. E não é Antoine de Caunes, com as suas dez apresentações César a seu crédito, que dirá o contrário! Acostumado a esse exercício delicado, o apresentador de 72 anos não deixou de elogiar o ator do filme O significado da festa, ele mesmo foi indicado seis vezes ao César, sem nunca ter conquistado a preciosa estatueta.
Numa longa mensagem partilhada no Instagram, esta sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026, Antoine de Caunes elogiou o fantástico trabalho de Benjamin Lavernhe. “Agora que a poeira baixou, digamos as coisas como estão: Benjamin Lavern teve uma atuação antológica ao apresentar estes 51º Prêmios César. Ele conseguiu acertar a nota azul, aquela que nos manteve todos correndo por tanto tempo: conseguir produzir um espetáculo encantador tanto para o público do Olympia quanto para os telespectadores”, podemos ler na legenda do post, que acompanha um retrato oficial do ator de 41 anos, segurando na mão direita o imponente troféu em forma de tronco. O apresentador do Canal+, também ator (A louca história de amor, Kaamelott) continua: “Transbordando de generosidade, humor, invenções sutis, servindo uma mecânica extremamente precisa, seu trabalho e seu envolvimento total merecem respeito.”
Benjamin Lavernhe como mestre de cerimônias triunfante no César: sua banda tem “desisti do jogo”
Porque Benjamin Lavern não foi sozinho para encarnar esta cerimónia César: Antoine de Caunes também quis aplaudir o envolvimento da sua equipa nos bastidores. “Tiro o chapéu (amarelo) para ele, para seus co-autores François de Brauer e Maho Hamidi. Essa gangue ganhou o jogo”, disse. finaliza o grande amigo de José Garcia no Instagram. Uma homenagem fraterna que suscitou numerosos comentários, nomeadamente de Nikos Aliagas, Flavie Flament, Philippe Caverivière e Elsa Zylberstein.