Terça-feira, 7 de abril, em sessão pública, o projeto de lei que visa “simplificar o mil-folhas territorial pela comunidade única” será discutido e colocado em votação. Criticado e alterado na comissão jurídica, o texto apresentado pela deputada (Renascença) do Alto Reno Brigitte Klinkert agora diz respeito apenas à Alsácia.
A nível administrativo, este último já tinha fundido o Baixo Reno e o Alto Reno para dar origem, em 2021, à Coletividade Europeia da Alsácia (CEA). Se o texto for aprovado, deverá recuperar as competências da região do Grande Leste, e sair deste grupo resultante da reforma de 2016. O presidente do CEA, Frédéric Bierry (Les Républicains), está encantado: “Esta proposta é a tradução da vontade política dos alsacianos. Não podemos perder tempo a falar de descentralização e não aproveitar a oportunidade quando ela se apresenta. »
Em 2022, durante uma votação sem significado jurídico, cerca de 150.000 alsacianos manifestaram mais de 92% do seu desejo de abandonar a região que os unia às antigas regiões de Lorena e Champagne-Ardenas. A representatividade (11,5% do eleitorado) e a fiabilidade da consulta foram postas em causa, mas a expressão de rejeição reflectiu um debate incómodo na Alsácia desde 2016.
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