Em 2021, o Barclays Center, uma arena no Brooklyn, mudou de fornecedor de ingressos, deixando a Ticketmaster em favor do concorrente SeatGeek. Uma escolha aparentemente inócua – exceto que a Ticketmaster é propriedade da Live Nation Entertainment, o grupo que organiza turnês de artistas e gerencia a programação de muitas salas de concerto ao redor do mundo.

O CEO da Live Nation Entertainment, Michael Rapino, chega ao tribunal em Nova York em 10 de março de 2026.

Em 2022, a cantora Billie Eilish, cujo espectáculo no Barclays Center previsto para 2020 foi adiado devido à Covid-19, acabou por não parar em Brooklyn quando voltou a fazer-se à estrada… O local foi vítima de retaliação devido a esta mudança de fornecedor, como pensa o seu chefe, ou da concorrência de um novo local de Nova Iorque, como afirma a Live Nation?

John Abbamondi, ex-chefe do Barclays Center, contou sua história durante o julgamento que começou em 2 de março em Nova York para esclarecer as práticas competitivas da Live Nation. Um teste de alto risco para a gigante do entretenimento. Quando o Ministério da Justiça, associado a 39 estados, o processou em maio de 2024, acusando-o de exercer “monopólio ilegal” na indústria musical, o objetivo declarado era claro: dividir a empresa americana em duas para evitar que ela atuasse em toda a gama de influências, desde locais até artistas, incluindo fãs.

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