Franck Proust, candidato LR, em Nîmes, 18 de março de 2026.

No Gard, o primeiro turno das eleições municipais traz uma primeira observação: o Rally Nacional (RN) está abalando a balança, nas grandes cidades e nos municípios menores. Manteve a posição desde o primeiro turno em Beaucaire e venceu Vauvert (mais de 11.700 habitantes). Em Nîmes, a prefeitura de 150 mil habitantes, em Alès, a subprefeitura, ou mesmo em Bagnols, o partido de Jordan Bardella está às portas das câmaras municipais, mas os cenários para o segundo turno assumem um perfil diferente.

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Em Alès, três listas (partidos socialistas, comunistas e vários partidos de direita) retiraram-se na segunda-feira da corrida para bloquear o partido de extrema-direita. Resta apenas o candidato dos Républicains (LR), Christophe Rivenq (32,61% dos votos), o presidente cessante, em oposição a um candidato do RN, Anthony Bordarier (26,44%), que conseguiu um avanço sem precedentes no sopé das Cévennes.

A 50 quilômetros de distância, um placar completamente diferente está acontecendo. Em Nîmes, liderada durante vinte e cinco anos pelo prefeito LR Jean-Paul Fournier, a direita está em grandes dificuldades. Seu herdeiro, Franck Proust, ficou na terceira posição (19,55%), muito atrás do candidato da lista da esquerda unida e cidadã (sem La France insoumise, LFI), o comunista Vincent Bouget (30,05%), e principalmente do vice-presidente do RN, Julien Sanchez, que sai vitorioso nesta primeira votação (30,39%), mais que dobrando a pontuação de seu partido em 2020. à direita, o ex-primeiro deputado Julien Plantier (diversa direita), obteve 15,55% dos votos.

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