O islamologista suíço Tariq Ramadan foi condenado à revelia, quarta-feira, 25 de março, a dezoito anos de prisão criminal pelo tribunal criminal de Paris, que o julgou à revelia e à porta fechada por estupros cometidos contra três mulheres.
Ele foi considerado culpado de estupro e estupro de uma pessoa vulnerável. O tribunal ordenou que fosse sujeito a uma medida de acompanhamento judicial durante oito anos, proibindo-o, nomeadamente, de entrar em contacto com as vítimas, mas também de difundir qualquer obra, obra audiovisual ou intervenção pública que estivesse relacionada com este delito.
O islamologista, já condenado pela justiça suíça por violação, estava a ser julgado em Paris desde 2 de março por violações alegadamente cometidas contra outras três mulheres entre 2009 e 2016, o que contesta: uma violação agravada, com violência e sobre uma pessoa vulnerável, cometida em “Christelle” (nome fictício) em Lyon em outubro de 2009; uma violação que alegadamente ocorreu em 2012, em Paris, contra Henda Ayari, uma antiga salafista que se tornou activista secular e que desencadeou o caso ao apresentar uma queixa em Outubro de 2017; e outro sobre uma terceira mulher, datado de 2016.
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