Uma foto sem data e não localizada de Steeve Rouyar, obtida em 8 de setembro de 2025 de sua família.

Steeve Rouyar, um francês detido em Junho no Togo à margem de uma manifestação e acusado em particular de“ataque à segurança do Estado”foi libertado e chegou a França na manhã de quinta-feira, informou o Ministério dos Negócios Estrangeiros francês à Agence France-Presse (AFP). UM “decisão da justiça togolesa” permitiu a sua libertação, especificou o Quai d’Orsay, sem comentar o mérito do caso, alegando que se trata de“uma questão jurídica individual”.

Originário de Guadalupe e residente no Togo desde novembro de 2024, Steeve Rouyar, um contador de 44 anos e pai de dois filhos, foi preso em 6 de junho na capital togolesa. O Ministério Público de Lomé afirmou que ele era um dos cerca de cinquenta “manifestantes” detido nesse dia, depois de uma rara manifestação neste país da África Ocidental, travada com mão de ferro por Faure Gnassingbé, no poder há vinte anos.

Os jovens saíram às ruas para protestar contra a prisão de vozes críticas, o aumento do preço da electricidade e especialmente contra a nova Constituição, que permite ao líder togolês permanecer no poder sem limite de mandatos.

O conselho de ministros togolês anunciou num comunicado de imprensa que 1.511 prisioneiros foram perdoados na quarta-feira. Este é um ato comum de final de ano por parte do Presidente Gnassingbé. A lista de pessoas perdoadas ainda não foi publicada.

O mundo com AFP

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