Atualmente nos cinemas, “Hamnet” de Chloé Zhao tem uma média de imprensa de 3,8 em 5.

Vencedor do Globo de Ouro de melhor filme dramático e indicado diversas vezes ao Oscar 2026, Hamnet de Chloé Zhao foi lançado esta semana em nossos cinemas. Este filme de época, que conta a história de uma das obras mais famosas de William Shakespeare e protagonizado pela dupla Paul Mescal/Jessie Buckley, foi muito bem recebido pela imprensa francesa: com uma média de 3,8 em 5, é o melhor filme da semana, à frente de O Mago do Kremlin, Grand Ciel e Amour Apocalypse.

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Do que se trata?

Inglaterra, 1580. Um professor de latim falido conhece Agnes, uma jovem de espírito livre. Fascinados um pelo outro, eles começaram um caso amoroso antes de se casarem e terem três filhos. Enquanto Will tenta a sorte como dramaturgo em Londres, Agnes cuida sozinha das tarefas domésticas. Quando ocorre uma tragédia, o casal, uma vez profundamente unido, vacila. Mas é da sua provação comum que nascerá a inspiração para uma obra-prima universal.

O que a imprensa pensa:

De acordo com Bande à part:

“É difícil sair ileso deste grande filme sobre amor e perda. Do amor à primeira vista ao desgosto, da raiva à resiliência, Chloé Zhao oferece um épico humano impressionante.” Por Olivier Pélisson – 5/5

De acordo com Elle:

“Um drama íntimo, de imensa poesia.” Por Françoise Delbecq – 5/5

De acordo com L’Obs:

“Uma obra poderosa sobre luto e criação, realizada por uma inesquecível Jessie Buckley.” Por Xavier Leherpeur – 4/5

De acordo com Le Point:

“É isso também que explora este comovente filme sobre o luto, que leva a marca poética de sua diretora Chloé Zhao e é levado à incandescência pela revelação de Jessie Buckley, já Globo de Ouro (e provável Oscar) de melhor atriz.” Por Florence Colombani – 4/5

De acordo com Paris Match:

“Chloé Zhao criou um filme magnífico sobre a perda de um filho, que inspirará “Hamlet” de Shakespeare. Com Paul Mescal e a realeza Jessie Buckley.” Por Fabrice Leclerc 4/5

De acordo com a Versão Femina:

“Um melodrama comovente onde gostamos de acreditar nas razões do nascimento de uma obra-prima tanto quanto nos emocionamos com o destino trágico de personagens interpretados por dois atores de primeira linha.” Por Hadrien Machart – 4/5

Segundo Maria Clara:

“Um melodrama levemente doce cujo principal mérito é devolver o lugar à esposa do dramaturgo, que certamente foi sua musa.” Por Emily Barnett – 3/5

De acordo com Cahiers du Cinéma:

“O facto de a substituição do “l” pelo “n” na peça mais famosa do dramaturgo não ter nenhum significado particular, infelizmente, resume em miniatura o principal problema desta produção inchada, dotada de prestigiosos chefes de estação, mas acima de tudo ocupada em escavar numa psicologia imaginária. Por Charlotte Garson- 1/5

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