Militantes palestinos armados do Hamas e da Jihad Islâmica reúnem-se após a oração do Eid al-Fitr em Gaza, 20 de março de 2026.

Na série de ultimatos lançados por Donald Trump, um deles escapa à atenção internacional, centrado na guerra no Golfo Árabe-Pérsico: a administração americana deu ao Hamas até o “fim de semana” para finalizar um acordo sobre a desmilitarização da Faixa de Gaza, soube O mundo de uma fonte diplomática. A pressão sobre o movimento islâmico, no poder em Gaza desde 2007, está a intensificar-se, aumentando o receio de um reinício das operações militares israelitas em grande escala se não for alcançado um acordo.

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Um plano foi apresentado em 24 de março no Conselho de Segurança das Nações Unidas por Nickolaï Mladenov, o alto representante em Gaza do Conselho de Paz, um órgão internacional criado pelo presidente americano para coordenar a reconstrução e a transição política no enclave. Este projecto está distribuído por cinco fases durante um período de oito meses e baseia-se no princípio da“uma autoridade, uma lei, uma arma”, uma referência ao comité de tecnocratas palestinos que supostamente administraria Gaza por um período temporário. Acima de tudo, este plano liga estritamente a reconstrução do território palestiniano devastado por dois anos de guerra ao processo de desarmamento de grupos armados, principalmente o Hamas.

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