Aos 31 anos, Seydi Ba publica “Comme on travers un feu”, uma poderosa história de sua jornada como advogado criminal, entre bairros da classe trabalhadora e grandes casos legais. Neste depoimento em primeira pessoa, ele combina crônicas de tribunal, críticas políticas e histórias íntimas de uma profissão que descreve como uma vocação. Ele retorna à justiça vista de dentro, aos preconceitos raciais e de classe, e ao que “a vestimenta” impõe como exigência moral. Entrevista com Fatimata Wane no Journal de l’Afrique.

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