Gabriela Zanotti, do SC Corinthians, comemora com a torcida a classificação de seu clube para a final da Women's Champions Cup, em Londres, no dia 28 de janeiro de 2026.

Tivemos que esperar quase setenta anos para que os melhores clubes de futebol feminino do planeta também tivessem a oportunidade de se avaliar nas competições oficiais. Sessenta e seis anos, precisamente, se passaram desde a coroação do Real Madrid às custas dos uruguaios do Penarol, na Copa Intercontinental. Se então opôs o vencedor da Liga dos Campeões da Europa ao da Copa Libertadores da América do Sul, a Federação Internacional (FIFA) decidiu, em 2017, reconhecer os seus vencedores como “clubes campeões mundiais”.

Este não é o título oficial que está sendo disputado, domingo 1er Fevereiro, no Emirates Stadium, em Londres, o inglês Arsenal e o brasileiro SC Corinthians, a FIFA preferindo o nome “campeão interclubes continental”. Mas ainda parece bastante, enquanto a competição reuniu a elite das seis confederações de futebol.

Os Gunners, campeões europeus, conquistaram o seu lugar na final ao derrotar os seus homólogos africanos, os marroquinos da Royal Armed Forces Sports Association (AS FAR), equipa sediada em Rabat. Os paulistas do Corinthians, vitoriosos na Copa Libertadores, por sua vez eliminaram os americanos do Gotham FC, clube de Nova Jersey campeão da Concacaf (América do Norte, América Central e Caribe). As duas primeiras eliminatórias, em outubro e dezembro de 2025, foram fatais para os neozelandeses do Auckland United (Oceania) e os chineses do Wuhan Jiangda (Ásia).

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