Na Feira Agrícola, em Paris, 26 de fevereiro de 2026.

Os comerciantes parecem sombrios. Com 437.402 visitantes, contra 607 mil recebidos em 2025, as portas da Feira Internacional Agrícola (SIA) fecharam no domingo, 1º.er Março, Porte de Versailles em Paris, com queda de 27,9% no público.

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Antes mesmo de sua inauguração, sábado, 21 de fevereiro, o 62e edição deste encontro agrícola fez história. Na verdade, pela primeira vez, as vacas não foram trazidas para a capital, com os criadores de gado permanecendo em estado de choque com a epidemia da doença de pele protuberante (NDC), que apareceu pela primeira vez em território francês no verão de 2025. Até Biguine, a vaca musa, uma brâmane da Martinica, foi chamada de pálida. Foi substituído por um holograma.

“Quando não há musa, falta um símbolo”afirmou Jérôme Despey, presidente da SIA, que no meio do caminho já anunciou uma queda de 25% no comparecimento, e disse lamentar a ausência de gado. Em seguida, referiu ainda o calendário de férias escolares para justificar esta quebra no número de visitantes. Em última análise, a recuperação esperada nos últimos dias não ocorreu. O golpe é particularmente duro para os expositores.

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