Embora todos os animais experimentem o sono, este estado particular de inatividade comportamental foi estudado principalmente em humanos e ratos em laboratório. Para compreender melhor os mecanismos e o papel do sono, Paul-Antoine Libourel, da equipa do Sono do Centro de Investigação em Neurociências de Lyon, tem explorado o sono noutras linhagens há muitos anos, desde pinguins a lagartos.

Sua última publicação científica, “que representa o relato de dez anos de pesquisas comparativas sobre a atividade cerebral de espécies pertencentes a linhagens distantes umas das outras”, revela a existência de um ritmo global, ultralento, que modula tanto a atividade cerebral como o funcionamento do corpo durante o sono. E que parece tê-lo estruturado há 300 milhões de anos.

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