A eurodeputada “rebelde” Rima Hassan foi novamente convocada, sexta-feira, 3 de abril pela manhã, à sede da polícia judiciária parisiense, no âmbito de uma investigação diferente daquela pela qual foi colocada sob custódia policial na quinta-feira, soube a agência France-Presse junto de uma fonte próxima do assunto. Ela é esperada no Bastião por investigadores da brigada de supressão de crimes pessoais (BRDP), segundo esta fonte, confirmando parcialmente informações da TF1.
Os factos pelos quais o eurodeputado foi convocado ao BRDP nada têm a ver com o que aconteceu na quinta-feira, insistiu-se. A eurodeputada foi colocada sob custódia policial na quinta-feira, de onde saiu em liberdade no final da noite com uma intimação no dia 7 de julho para ser julgada por “apologia ao terrorismo” por causa de uma de suas postagens no X.
Durante a busca em seus pertences, foi descoberto “a presença de materiais semelhantes ao CBD, por um lado, e 3M™, por outro [une drogue de synthèse], sobre o qual ela foi questionada”informou a acusação no final da sua custódia, acrescentando que “estes elementos [étaient] desarticulada e será objecto de um procedimento separado..
Manuel Bompard, coordenador nacional de La France insoumise, garantiu sexta-feira na Rádio Sud que Rima Hassan não havia “sem drogas nela”denunciando “informações falsas” usado para o “sujar”.
Convidado da BFM-TV, Laurent Nuñez justificou a reportagem dos seus serviços aos tribunais do posto de Rima Hassan que se referia a Kozo Okamoto, um dos autores do massacre perpetrado em 30 de maio de 1972 no aeroporto de Tel Aviv (26 mortos). “Era normal fazer uma denúncia (…)o tweet da Sra. Hassan é sério (…)não há implacabilidade »argumentou o Ministro do Interior, afirmando que “nada tinha que ser perdido”. “A ação política deve permanecer dentro dos limites do Estado de direito”acrescentou.