Membros das forças de segurança israelenses, no bairro de Kafr Aqab, quase 6 quilômetros ao sul de Ramallah, na Cisjordânia ocupada, 5 de abril de 2026.

O anúncio, terça-feira, 31 de março, por um porta-voz do diretor-geral do Ministério da Defesa de Israel sobre a decisão de Israel “reduzir a zero as compras de defesa feitas na França” em benefício de “países aliados” será que diz respeito às dezenas de empresas francesas identificadas pelo relatório Urgence Palestine and Palestinian Youth Movement, que deve ser tornado público na terça-feira, 7 de Abril, como vendedoras de equipamento militar a Israel? Este documento de 66 páginas, intitulado “O lado inferior das exportações militares francesas para Israel”, que O mundo ficou exclusivo, não quer “não exaustivo” mas tão completo e preciso quanto possível. Demonstra um fluxo regular e diversificado de equipamento que, por si só, não constitui armas prontas a usar, mas fornece à indústria de defesa israelita componentes por vezes essenciais.

De acordo com o relatório, “entre outubro de 2023 e março de 2026, mais de 525 remessas de equipamento militar foram enviadas por fabricantes franceses para as indústrias de defesa e aeroespacial israelenses”. Os principais exportadores franceses listados são Sermat, ADR, Effbe France, Eurolinks, Savimex, Safran, Thales, Cimulec, Amphenol Air LB, Radiall, Aubert & Duval, Vishay MCB e Hutchinson. Do lado israelita, a Elbit Systems, o principal fabricante de armas do país, está por trás de quase todas as compras, que o relatório não conseguiu quantificar em quantidades ou valor.

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